Comportamento

Acompanhar o que as crianças consomem na Internet é fundamental

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Em plena era da Internet, não tem jeito! Para onde você olha, tem crianças entretidas com celular, tablet ou qualquer outro produto eletrônico capaz de ‘sugar’ toda sua atenção. Enquanto nem todos os adultos conseguem utilizar 100% das funções dos aparelhos, a garotada dá um verdadeiro show, conhecendo diferentes sites e usando e abusando de expressões desconhecidas por papais e mamães.

Mas o que aparenta ser apenas um momento de diversão ou descanso, tira o sono de quem tem criança em casa e com livre acesso a computadores e celulares. A preocupação maior é com o tipo de conteúdo que pode ser visto nas telinhas de acesso à Internet que, em muitos casos, pode até mesmo colocar em risco a segurança da criança.

“O ambiente virtual é muito amplo. Muitas coisas na Internet servem para o bem. Por outro lado, há aquelas que representam grande perigo, como pedofilia, cyberbullying, violência, entre outras questões”, afirma a assistente social Jéssica Sakuta.

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Conforme a especialista, que trabalha em um núcleo educacional no Amazonas, os pais devem sempre estar por perto, acompanhando o cotidiano dos filhos na Internet da melhor maneira possível. “Nós incentivamos esse acompanhamento e não uma vigilância. Afinal de contas, na relação pais e filhos é importante estabelecer o cuidado e a proteção em todos os aspectos”, salienta.

Para os pais com filhos que não largam o celular ou o tablet, é recomendado que se fique atento à faixa etária do jogo eletrônico, ao conteúdo exibido em determinados sites e ao horário e por quanto tempo a criança está ‘on line’. Dessa maneira, de acordo com Jéssica Sakuta, os pequenos podem estar um pouco mais livres dos riscos causados pela internet.

Quem compartilha da mesma opinião da assistente social é o diretor de vendas consumer da TIM Centro-Norte, Fábio Reis. “Mais do que uma forma de monitorar o que está sendo acessado, essa é uma maneira de passarem mais tempo na companhia das crianças”, frisa.

crianças - Freepik

Os pais devem procurar conhecer as tendências de jogos, aplicativos e redes sociais disponíveis na Internet – fotos: Freepik

Ainda conforme o executivo, orientar e educar as crianças sobre os perigos existentes no mundo virtual é o primeiro passo para evitar problemas em relação ao que é acessado nessas plataformas. “O diálogo entre pais e filhos é primordial. Incentivar que as crianças compartilhem suas experiências é importante, para que elas saibam que se ocorrer qualquer problema, podem contar com o apoio dos pais”, ressalta.

De acordo com Fábio Reis, os pais devem procurar conhecer as tendências de jogos, aplicativos e redes sociais disponíveis na Internet e, dessa forma, indicar conteúdos apropriados para os filhos. O diretor destaca que já há no mercado softwares que permitem que os pais monitorem o que os filhos acessam no computador e celular. “Essa é mais uma forma de proteger as crianças. Por esses programas é possível bloquear o acesso a determinado conteúdo e visualizar o histórico de sites visitados”, destaca.

Opções de ajuda

Como parte dessa estratégia de segurança e conteúdo controlado está o TIM Kids Criar. O aplicativo, desenvolvido com foco educativo, tira dúvidas sobre as atividades escolares, por meio de vídeos e professores virtuais, tudo incluso num ambiente lúdico e interativo. A proposta do app é que os pequenos aprendam brincando, por meio da criação de quadrinhos e música.

“Vivemos um cenário onde o público infantil está totalmente conectado e inserido no ambiente tecnológico. Diante dessa digitalização precoce, decidimos oferecer as plataformas TIM Kids Brincar, TIM Kids Criar e o TIM Games for Kids, apps que garantem diversão e educação ao mesmo tempo, porque trazem livros digitais e jogos educativos, com segurança para as crianças e tranquilidade para os pais”, explica o executivo.

A operadora lançou também o TIM Games for Kids, serviço de assinatura, que disponibiliza mais de 600 aplicativos de jogos direcionados para crianças, inspirados nas principais marcas e personagens de programas de TV, livros e músicas. A plataforma é indicada para crianças entre 2 e 13 anos. A grande vantagem dessa plataforma, segundo Reis, é a segurança porque os jogos são divididos por faixa etária e os pais podem configurá-los para que as crianças acessem som ente os conteúdos indicados para a idade delas.

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Outro serviço da operadora é o TIM Kids Brincar, plataforma de entretenimento e educação que oferece vídeos, livros, músicas e jogos educativos com conteúdo de personagens conhecidos pelas crianças, como Galinha Pintadinha, Patati Patatá, Meu Amigãozão, Peixonauta e muitos outros.
Off line

Por mais que seja difícil, a assistente social Jéssica Sakuta enfatiza que é importante que os pais incentivem os filhos a praticarem outras atividades bem longe do celular ou tablet. “O ideal é que se estimulem outros tipos de brincadeiras, acompanhar o desenvolvimento escolar, ajudar nas tarefas e conversar bastante, principalmente com filhos adolescentes”, observa.

Para Fábio Reis, é preciso estabelecer limite de tempo para uso de aparelhos eletrônicos. “As crianças não podem viver imersas no mundo virtual. É preciso que elas brinquem e interajam com outras crianças”, complementa.

filhos&tal

Com informações de assessoria

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