Cuidado Infantil

Top dicas para deixar o bebê mais confortável na cadeirinha do carro

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Muito importante para a segurança das crianças – e obrigatória por lei – a cadeirinha do carro e o bebê-conforto podem não ser lá tão confortáveis para os pequenos quanto o nome sugere, o que, muitas vezes, provoca crises intermináveis de choros durante o trajeto, ainda mais se ele for um pouquinho mais longo. Se este é o caso do seu bebê, Filhos&Tal tem algumas dicas bem legais para você tentar amenizar o problema.

E a primeira delas é você garantir que a cadeirinha do carro está realmente adequada para o tamanho e o peso do seu filho ou filha.

cadeirinha-do-carroA legislação brasileira prevê que, até um ano de idade, deve-se usar o bebê-conforto, porém, em questões de segurança, prevalece a altura e o peso da criança em relação ao que instrui o manual de uso do fabricante. Há produtos que suportam crianças de até 13 quilos, mas há outros cujo peso limite é de até 10 quilos. Assim, dependendo do crescimento da sua criança, talvez ela tenha de sair do bebê conforto para a poltroninha reversível antes de um ano.

E não esqueça, o bebê-conforto só pode andar virados para trás. Já a poltrona reversível, como o próprio nome já indica, tem a opção de virar para a frente, mas, se seu bebê ainda tem menos de um ano, ela deve continuar virado para trás, de costas para o motorista.

Outra dica para garantir conforto ao seu bebê é não sair logo após uma alimentação farta, pois, com o balançar dos movimentos do carro, ele pode sentir enjoo e mal-estar, o que, com certeza irá levá-lo a chorar.

Quanto às crianças mais crescidinhas, a regra do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) prevê as seguintes especificações por faixa etária: entre 1 e 4 anos, as crianças devem ficar na cadeirinha, presas com o cinto e no banco traseiro; entre 4 e 7 anos e meio, elas devem utilizar um assento de elevação, também no banco de trás; e até 10 anos devem utilizar apenas cinto de segurança, mas ainda no banco de trás.

Lógico que, até 7 anos e meio, as observações sobre peso e altura feitas pelos fabricantes, também devem valer, visando não só o conforto, mas também à segurança dos filhotes. Os especialistas recomendam que o assento de elevação seja utilizado até a criança atingir 1,45m de altura, independentemente do peso. A partir daí ela pode usar o cinto de três pontos.

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Tomar alguns cuidados na hora de passeios mais longos também ajuda, como oferecer líquidos em pequenas quantidades e fazer paradas estratégicas para que as crianças possam se aliviar de suas necessidades fisiológicas.

Claro que, à primeira vista, levar brinquedos, revistas ou tablets para distraí-las parece uma boa ideia, mas é preciso algumas precações. Ler ou jogar durante o trajeto pode ocasionar dores de cabeça e enjoos indesejáveis. Essas sensações, aliás, podem indicar que a criança sofre do que os médicos chamam de cinetose, ou mal do movimento, por isso, caso sejam recorrentes, é bom procurar um especialista.

Outra dica de segurança para a sua criança é estar atento à forma de prendê-la corretamente ao bebê conforto e ao acento elevado, conforme indicar o manual de instruções. Estar seguro pelas partes mais resistentes do organismo é o que faz a diferença entre a vida ou a morte, em caso de acidentes.

Penalidades
Segundo a lei brasileira, transportar crianças em veículo automotor sem a devida segurança é uma infração gravíssima, cuja penalidade é multa no valor de R$ R$ 293,47 e a retenção do veículo até que a irregularidade seja sanada.

Redação Filhos&Tal

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