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Gatos crescem na preferência de tutores, diz veterinária

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O cachorro pode até ser o melhor amigo do homem, mas, com certeza, o gato é o mais popular entre os animais de estimação, e tem crescido na preferência dos tutores. Isso devido às mudanças nas habitações urbanas, que estão cada vez mais verticalizadas e menores, segundo a veterinária Jéssica Duarte, especializada em felinos.

Jéssica destaca que, estilos de vida diferentes pedem pets mais independentes e versáteis, por isso acredita que os felinos são a companhia ideal. “Os gatinhos são independentes, se adaptam facilmente e são bichos tranquilos. Tudo o que os tutores precisam hoje em dia com a vida agitada que levamos”, avalia.

O Brasil é um dos poucos países do mundo onde a preferência ainda é por cachorro. Em 2017, um levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria com a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), apontou que o Brasil tem a segunda maior população de pets do mundo, com 22,1 milhões de felinos e 52,2 milhões de cachorros. Ainda de acordo com o levantamento, a população de gatos, se multiplica em maior proporção e deve predominar em menos de dez anos.

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Confira algumas curiosidades sobre os gatos, segundo Jéssica Duarte

Sonequinha funcional
Os gatos não dormem à toa. Eles passam, em média dois terços do dia dormindo por causa do hormônio do crescimento, que é ativado durante o sono, assim como nos humanos. A substância que auxilia no crescimento e na manutenção da memória.

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Atletas do salto
Um gato é capaz de saltar à uma altura correspondente cinco vezes ao seu tamanho. Além disso, uma combinação de fatores dá destreza ao animal na hora de se aventurar em grandes alturas. A espécie possui a capacidade de ajustar o corpo ao local de pouso durante uma queda por causa dos olhos e do ouvido interno. Até um gato sem cauda tem essa capacidade.

Canhotos
Os gatos também têm uma patinha preferida. No caso das fêmeas, a espécie tende a ser destra, no caso dos machos, maioritariamente canhota.

Nariz único
Por essa você não esperava: o focinho do gato é como se fosse a impressão digital do humano. É uma identidade única do gatinho e cada indivíduo tem a sua.

Ouvidos atentos
A audição dos gatos é melhor que a dos cães, e até que a dos humanos. Para se ter uma ideia, eles ouvem quatro vezes mais que um humano e ouvem muito melhor os sons em alta frequência.

Vê e não vê
Os gatos enxergam melhor à noite. Isso acontece por causa do formato pupila e de células existentes da retina. No entanto, não tem o mesmo desempenho em ambientes claros e nem de perto. Além do mais, não enxergam tão bem as cores. Estudos indicam que eles veem o verde como vermelho, por exemplo.

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Sabores diferentes
Os gatos não sentem sabores doces. Mesmo assim, gostam de alimentos adocicados, mas por outra razão: a gordura. As papilas gustativas dos felinos domésticos são mais abundantes para degustar gordura do que qualquer outro sabor, por isso gostam de leite, manteiga e sorvete por exemplo.

Tomando posse
Sabe quando seu gatinho se esfrega em você com aquele olhar lânguido e pisca os olhinhos? Ele não está demonstrando carinho, mas sim marcando você como território dele. Ele faz isso com as glândulas presentes na face, cauda e patas, que liberam feromônio.

Bigode importante
Aqueles 12 pelinhos em cada lado da face do gato formam o bigode. Ele é extremamente importante para a sobrevivência do animal. Entre outras coisas, proporciona a noção de espaço e acentua o olfato e o tato.

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Cérebros parecidos
Os cérebros dos gatos e dos humanos são bem parecidos. Inclusive, as duas espécies têm regiões cerebrais idênticas responsáveis pelas emoções.

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São quentes
Os gatos são animais bem quentes. A temperatura normal da espécie gira em torno de 39,5°C. Nos seres humanos, por exemplo, ela varia 36,5°C a 37°C.

Banho demorado
Um gato passa cerca de 1/3 do seu dia se limpando. Esse hábito é uma característica atávica herdada de ancestrais selvagens. Muitas gerações antes do gatinho fofinho que você tem em casa, a espécie se lambia após as refeições para tirar o sangue do pelo depois de ter se deliciado com alguma presa. Isso acontecia por uma questão de segurança, para não atrair predadores.

Vive muito, mas nem tanto assim
Um gato vive em média 12 anos, mas a expectativa de vida, hoje, como o avanço de pesquisas e tecnologias, pode chegar a 20 anos. Isso equivale a mais ou menos 100 anos humanos. O gato mais longevo que já existiu, pelo menos oficialmente registrado, foi o americano Crème Puff, de Austin, no estado do Texas. Ele morreu em 2005, três dias depois do seu 38º aniversário e está registrado no Guinness Book.

Com informações da assessoria

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