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Levar ou não o pet na viagem de férias: confira dicas preciosas

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Para as pessoas que possuem animais de estimação, a viagem de férias representa um momento de indecisão. Posso levar meu pet? Ele ficará bem sem a minha companhia em casa? Ou talvez fosse melhor deixá-lo em um hotel para animais, ou com um cuidador profissional…

Tanto para quem pretende mantê-los em casa durante este período, quanto para aqueles que desejam levá-los na viagem, um veterinário especialista em comportamento animal pode ajudá-lo nessa hora.

Segundo a editora do portal Animalivre, Vininha F. Carvalho, uma opção é ter alguém que possa ficar em sua casa, de confiança e que possa tratar do bichinho com carinho e dedicação. A rotina é mantida e o animal permanece no local em que se sente mais seguro. Contudo, nem sempre isto é viável.

Por outro lado, um animal sociável pode ter nos hotéis para pets uma alternativa interessante, pois oferece a vantagem de poder interagir com outros animais. Entre as duas opções, estão o pet sitter e o pet walker, que pode visitar sua casa e passear com o bichinho durante o período em que você estiver fora, preferencialmente duas vezes ao dia.

animais nas viagens de férias

Se for levar o animal, é bom estar atento a questões como onde ficar e que meio de transporte utilizar – fotos: Pixabay

Dicas preciosas
Contudo, se a opção for levar o pet na viagem de férias, é bom estar atento a algumas questões, como onde ficar e que meio de transporte utilizar. Bem, atualmente, no Brasil e no exterior, a maioria dos hotéis permite a presença de animais, isto facilita na definição do roteiro.

Pela liberdade e praticidade, o carro costuma ser o meio de transporte mais recomendado para levar os animais na viagem de férias. É importante ele esteja acostumado a andar nesse tipo de veículo. Caso contrário, é necessário prepará-lo para a viagem semanas antes. Voltas curtas ajudam o animal a se sentir mais familiarizado com a experiência.

Para evitar que fique muito agitado, o pet – antes da viagem – pode ser estimulado a ficar cansado, principalmente se for hiperativo. Dar um passeio de coleira pela vizinhança poderá ajudá-los a gastar mais energia. Dessa maneira, ele ficará mais calmo durante a viagem de férias, quem sabe até dormirá. É imprescindível, também, saber se o animal está bem para poder encarar algumas horas de estrada. Além disso, o pet deve estar com as vacinas em dia, em especial a antirrábica.

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Alguns animais sentem enjoos com o balanço do carro e, para evitar que isso aconteça, é recomendável que, em viagens de até 12 horas, ele não seja alimentado nas três horas que antecedem a partida, nem durante o trajeto.

Em trajetos muito longos é importante parar para descanso, oferecer água e dar uma volta com o animal. Mas é preciso tomar cuidado com a quantidade de água oferecida, pois o excesso pode causar indisposição.

“O horário deve ser definido de acordo o clima, que precisa ser ameno e com pouco trânsito para evitar que ocorra o estresse. As paradas devem ser obrigatórias para que possam atender as necessidades fisiológicas. Jamais o deixe sozinho dentro do carro, principalmente em dias quentes, isto pode ser fatal”, orienta Vininha F. Carvalho

A temperatura dentro do carro precisa ser agradável, de forma que o animal não receba luz direta do sol e conte com boa ventilação. Ar condicionado é bem-vindo, desde que esteja numa temperatura ambiente.

Os animais não podem viajar soltos dentro do carro e, sim, acomodados numa caixa de transporte apropriada, grande o bastante para que o animal possa permanecer de pé, e que consiga dar uma volta em torno de si mesmo.

No avião
A Infraero permite o transporte de animais vivos no porão ou interior das aeronaves, no caso de cães e gatos (exceto recém-nascidos). Os bichinhos, porém, devem estar em boas condições de saúde.

Mas, claro, existem diversas outras restrições, dependendo da companhia aérea. Não é recomendado transportar, por exemplo, fêmeas prenhes, animais idosos e/ou portadores de doenças cardiorrespiratórias ou neurológicas. Cães braquicéfalos, ou de ‘focinho curto’, como boxers, pequinês, buldogues e pugs geralmente são proibidos de viajar em aviões.

Já os proprietários de animais silvestres têm ainda de providenciar a nota fiscal e/ou número de registro do Ibama. Antes de viajar, providencie uma plaqueta com seu nome, endereço e telefone, e coloque-a na coleira do seu animal. Também vale a pena adicionar o nome e endereço de onde vai estar hospedado.

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