Bem-estar

Festas de fim de ano 2020: saiba quais cuidados são necessários

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É fato que as festas de fim de ano 2020 serão diferentes. Por conta da pandemia, mais do que nunca, precisamos estar atentos aos cuidados e recomendações dos órgãos de saúde, para que possamos comemorar em segurança, especialmente quem tem crianças e idosos na família.

Nessas horas, é comum que surjam algumas dúvidas: quantas pessoas podemos convidar para as festas de fim de ano 2020? Que tipo de cuidados devemos tomar? E quanto aos grupos de risco?

Pensando nisso, Filhos&Tal preparou algumas dicas de cuidados para as festas de fim de ano 2020 em família, para evitar o contágio pelo Novo Coronavírus.

Prefira espaços abertos
Segundo o guia de orientações para as festas de fim de ano 2020, lançado pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, o ideal é optar por espaços bem ventilados e abertos, onde a circulação de ar seja maior. E quanto ao número de convidados, deve ser determinado com base na capacidade de distanciamento dentro do local escolhido. Também deve-se atentar ao horário de término – a festa não deve ocorrer madrugada a dentro.

Complementando, o infectologista Marcelo Cordeiro relembra que a pandemia está longe de terminar e a vacina ainda não está disponível no Brasil. “A única forma de nos proteger ainda é o distanciamento social e os cuidados básicos, como uso de máscara e reforço da higiene, com a limpeza das mãos com água e sabão ou álcool em gel”, ressalta.

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Crianças e outros grupos de risco
Para a Organização Mundial da Saúde (OMS), crianças são tão suscetíveis ao contágio quanto qualquer outra faixa etária. Mesmo que a maioria das estimativas as indiquem como assintomáticas, elas são consideradas potenciais transmissoras, logo, devem seguir rigorosamente os cuidados nas festas de fim de ano 2020. Entre eles: evitar tocar olhos, nariz e boca sem as mãos higienizadas, não compartilhar pratos e talheres, manter distância de pelo menos 2 metros e evitar contato físico com beijos e abraços.

Além disso, o uso da máscara de proteção é indispensável, exceto para crianças menores de 2 anos ou que tenham alguma complicação respiratória como asma e afins, por conta do risco de sufocamento.

O cuidado deve ser ainda maior com as pessoas com mais de 60 anos e portadoras de comorbidades, como diabetes e pressão alta. Deve-se evitar o contato desses grupos com as crianças. E ainda conforme o médico Marcelo Cordeiro, é sempre bom lembrar que pessoas com quadros febris ou sinais de resfriado ou gripe não devem participar desses eventos.

Lunna Farias
Filhos&Tal