Educação

TV Escola chega para ajudar crianças e jovens sem aula

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Com a pandemia de Covid-19, as famílias brasileiras estão tendo de aprender, a toque de caixa, a lidar com a ‘educação domiciliar’ dos filhos. Para ajuda-los nessa tarefa, está funcionando, desde o dia 27 de abril, a TV Escola (https://tvescola.org.br/), com exibição de mais de mil horas de conteúdo educativo, sendo que, desse total, 200 horas são de vídeos e documentários inéditos.

Estão disponíveis no âmbito da iniciativa seguimos conectados, programas para o ensino fundamental e ensino médio, além de formação para professores e outros educadores – com destaque para o programa Hora do Enem, que prepara alunos para o Exame Nacional do Ensino Médio.

Além da internet, o sinal da TV Escola pode ser sintonizado via antena parabólica (digital ou analógica) em todo o país. O sinal também está disponível nas TVs por assinatura Sky (Canal 112), Telefônica TV Digital (Canal 694), Via Embratel (Canal 123), Oi TV (950) e NET Brasília (Canal 4).

Segundo nota de divulgação da Fundação Roquette Pinto, o objetivo da iniciativa é “ajudar a reorganizar as rotinas de mais de 50 milhões de crianças e jovens brasileiros sem aulas por causa da Covid-19.”

Professores das redes de ensino pública e privada também podem colaborar com a programação da TV Escola enviando vídeo aulas pelo e-mail conexaoescola@tvescola.org. Uma curadoria de especialistas em educação analisará o material para decidir sobre a publicação na plataforma.

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Todas as etapas

O Conselho Nacional de Educação (CNE) autorizou, em parecer, a oferta de atividades não presenciais em todas as etapas de ensino, desde a educação infantil até o ensino superior. A partir do ensino fundamental, tais atividades podem contar para cumprir a carga horária obrigatória.

O parecer, aprovado em reunião virtual, ainda precisa ser homologado pelo Ministério da Educação (MEC). Conselhos estaduais e municipais de Educação poderão ainda definir como cada localidade seguirá as orientações. As decisões finais sobre como ficará o calendário escolar deste ano caberão a estados, municípios, às instituições de ensino superior e às escolas privadas.

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As atividades não presenciais podem ser ofertadas por meio digitais, ou não. Podem ser ministradas, por exemplo, por meio de videoaulas, de conteúdos organizados em plataformas virtuais de ensino e aprendizagem e pelas redes sociais, entre outros. Podem ainda ser oferecidas por meio de programas de televisão ou rádio; pela adoção de materiais didáticos impressos e distribuídos aos alunos e seus pais ou responsáveis; e pela orientação de leituras, projetos, pesquisas, atividades e exercícios indicados em materiais didáticos.

Com informações da Agência Brasil